Relação entre Estado e Sociedade Civil é tema de debate no EnconASA

Mariana Mazza  -ASACom
Marcelo Torres – Consea

A plenária Relação Estado e Sociedade Civil na Construção de Políticas Públicas, realizada nesta quinta-feira (25), foi dividida em duas mesas. Na primeira, participou o coordenador da ASA, Naidison Baptista, o presidente da Fundação Banco do Brasil, Jacques Pena e o presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), Renato Maluf.

 “Nós somos a única experiência, mas, somos uma que, com certeza, é de valor”, afirmou Naidison Baptista. “Nós estamos cada vez mais desafiados a ampliar nossas experiências, a socializá-las”, completou.   
 
Renato S. Maluf reforçou a importância da rede: “A atuação da ASA é uma das coisas mais importantes e interessantes que surgiram no Brasil, na área de segurança alimentar e nutricional, nesses dez anos”, destacou. “Para ele, a ASA “partiu de uma ideia boa, que deu certo. Uma solução que é boa, forte, barata e fácil de fazer. Uma ideia que valoriza muito as experiências e que, por isso, as pessoas se vêem nela”, ressaltou.     
 
Jacques Pena também endossou as opiniões a respeito da entidade. “Esta é a melhor experiência que nós temos hoje no Brasil sobre tecnologias sociais”, elogiou. “Vocês (ASA) estão alguns passos à frente de outras redes sociais. A ASA hoje tem uma marca, um nome forte”, disse. 

A segunda mesa foi composta pelo secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Crispim Moreira, pelo diretor da Conab, Silvio Porto, pela chefe de gabinete da Secretaria de Agricultura Familiar, Lilian Rahal, pela integrante do Consea Nacional, Elza Braga, pela Secretária de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza do Governo da Bahia, Ana Torquato e pelo coordenador da ASA, Aldo Santos.

Silvio Porto ressaltou a importância do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) para o fortalecimento da relação entre o estado e a sociedade civil. Já Lilian Rahal apontou dados dos projetos desenvolvidos pela Secretaria voltados para o Semiárido, como é o caso do Pronaf e o da Garantia Safra.

Ana Torquato, do Governo da Bahia, falou sobre as parcerias celebradas com a ASA estadual. O coordenador da ASA fechou a mesa falando da importância das parcerias renovadas com o governo para o desenvolvimento sustentável do Semiárido. Em seguida, foi aberto um debate onde os participantes puderam fazer perguntas aos componentes da mesa.

Resultados – Na abertura do debate, a coordenadora da ASA, Valquíria Smith, apresentou os resultados dos programas Um Milhão de Cisternas (P1MC) e Uma Terra e Duas Águas (P1+2). Através do P1mc, a ASA já construiu 288.434 cisternas nos nove estados do Nordeste e em Minas Gerais. O Programa está presente em 1.073 municípios, atingindo 294.854 famílias e beneficiando 1.270.438 pessoas. Já o P1+2, está presente em 265 municípios e beneficia 7.170 famílias. Em 10 anos de existência, a ASA recebeu cerca de 400 milhões, sendo 88,94% provenientes de recursos públicos, 9,86% privados e 1,20% internacionais. “Não somos uma nuvem passageira, mas a chuva que dura meses e meses, e queremos que seja por anos e anos”, afirmou Valquíria.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: