Informe às delegações sobre a hospedagem para o VII EnconASA

março 19, 2010

Segue abaixo o nome, o endereço e o contato dos hotéis que cada delegação ficará hospedada em Juazeiro:

PERNAMBUCO – Hotel Rio Mar – Rua Ruy Barbosa, 10 – Centro – Telefone: (74) 3612 0843 
  
PARAÍBA – Hotel Rio Sol – Rua Coronel João Evangelista, 03 – Centro – Telefone: (74) 3611 9481 

ALAGOAS – Hotel Itamaraty Palace – Praça Pedro P. Primo, 68 – Centro – Telefone: (74)  3811 7296 

MARANHÃO – Hotel Itamaraty Palace – Praça Pedro P. Primo, 68 – Centro – Telefone: (74) 3811 7296  

CEARÁ – Hotel Vitória – Praça Dr. José Inácio da Silva, 01 – Centro – Telefone: (74) 3611 7713 – 8801 3113 

PIAUÍ – Hotel Sama  – Praça da Bandeira, 33 – Centro – Telefone: (74) 3612 7211

MINAS GERAIS – Hotel Monteiro – Rodovia Lomanto Júnior s/n – Bairro João XXIII – Telefone: (74) 3611 7031  

RIO GRANDE DO NORTE – Hotel Monteiro – Rodovia Lomanto Júnior s/n – Bairro João XXIII – Telefone: (74) 3611 7031     
 
SERGIPE – Hotel Hiper Plaza – Avenida Raul Alves, 972A – Bairro Santo Antonio – Telefone: (74) 3612 1443 
 
BAHIA – Hotel Rio Center – Travessa Lauro de Freitas, 34 – Centro – Telefone: (74) 3611 3686 ou 2103

Anúncios

Dia Mundial da Água: ASA celebra data na abertura do VII EnconASA

março 17, 2010

Acesso à água no Semiárido será um dos temas do Encontro Nacional da ASA

“A água é a seiva do nosso planeta. Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura”. Em seu artigo 2º, a Declaração Universal dos Direitos da Água, documento da ONU, defende que o acesso à água é um dos direitos fundamentais do ser humano. Apesar disso, no Semiárido brasileiro ainda há muitas famílias que sofrem com a falta de água.

Essa região do Brasil é conhecida por longos períodos de estiagem, que associados à falta de infraestrutura descentralizadas de armazenamento e abastecimento de água, impõem uma situação de insegurança hídrica à população. Nos últimos 10 anos, a Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA) tem trabalhado para que essas pessoas possam ter garantido o direito de ter água de qualidade e em quantidade para o consumo e produção de alimentos. Só assim elas podem manter uma vida digna no Semiárido.

Através do Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC) já foram construídas mais de 288 mil cisternas, reservatórios capazes de armazenar até 16 mil litros de água de chuva para o consumo humano. Isso significa cerca de um milhão e 300 mil pessoas beneficiadas em todo o Semiárido.

Já o Programa uma Terra e Duas Águas (P1+2) constrói tecnologias para captação de água que é utilizada na produção de alimentos. Até o momento já foram construídas 4.127 cisternas-calçadão, 215 barragens subterrâneas e 141 tanques de pedra, beneficiando aproximadamente 28 mil pessoas.

Devido à importância desta temática, a Articulação escolheu o 22 de março, o Dia Mundial da Água, para dar inicio ao VII Encontro Nacional da ASA (EnconASA). O evento acontece até o dia 26, no Auditório do Complexo Multieventos da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Juazeiro/BA.

Além do acesso à água, outros temas serão discutidos durante o VII EnconASA: o acesso à terra, a educação contextualizada, a economia popular e solidária, a segurança e soberania alimentar, a auto-organização e direito das mulheres e a biodiversidade. Os participantes irão debater esses assuntos, apresentando alternativas e compartilhando conhecimentos. Também serão realizadas visitas a experiências de convivência com o Semiárido relacionadas a cada uma dessas temáticas.

DIA MUNDIAL DA ÁGUA

Em 22 de março de 1992, a Organização das Nações Unidas (ONU) criou o Dia Mundial da Água. O objetivo era ter um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver o problema da poluição e desperdício da água doce. Em um futuro próximo poderá faltar água para o consumo de grande parte da população mundial. Nesta data a ONU divulgou também a “Declaração Universal dos Direitos da Água”, documento que apresenta medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.


VII EnconASA gera expectativas para a delegação do Ceará

março 17, 2010

“Viva, viva, viva o EnconASA! Viva o Sétimo Encontro Nacional da ASA”. Este refrão da música feita pelo agricultor João Bosco, do município de Chorozinho, no Ceará, em homenagem ao Sétimo Encontro Nacional da Articulação do Semi-Árido Brasileiro (EnconASA), expressa alegria e expectativa que sentem agricultores, agricultoras, delegados e delegadas que partirão rumo à Bahia para participar do evento.

Feita de lutas, a caminhada do homem e da mulher cearense é marcada pelas buscas, conquistas, e, sobretudo, por acreditarem que um novo Semiárido é possível com a participação de todos e de todas. Acreditam que a vida de qualidade é possível com o compromisso gerado pela força da organização. Essa luta se estende na medida em que homens e mulheres são capazes de saírem do seu espaço e partirem em busca do outro para os debates, para as trocas de experiências.

É essa a ideia das pessoas que vão participar do VII EnconASA, na cidade de Juazeiro. “O encontro da ASA é sinal de vida para nós do campo, vamos conhecer novas experiências e levar o pouco de conhecimento que temos”, diz Dona Océlia Santiago, da comunidade Uruá, município de Barreira, Ceará.
Assim como Dona Océlia, delegados e delegadas acreditam que este encontro será um novo espaço para as discussões que geram vida, pois fluirão em torno da temática: construindo futuro e cidadania no Semiárido.

Trinta e oito pessoas escolhidas pelas microrregionais irão representando o estado. Conscientes da missão que assumiram – participar com experiências e repassar para as comunidades quando voltarem –, as pessoas já percebem que esse será momento de trocas de saberes. “Nas oficinas teremos a participação do Ceará com apresentação de experiência da comunidade Lagoa dos cavalos no tema acesso a terra”, frisa a coordenadora executiva da ASA pelo estado do Ceará, Cristina Nascimento.

A delegação sai de Fortaleza no dia 21 de março, levando produtos da terra como castanha, doce, mel, entre outros, além de sementes, artesanatos e símbolos que identifique o estado.

“Nossa perspectiva é que esse encontro seja marcado pela reafirmação de nosso projeto político de ASA, na construção de um Semiárido de vida e cidadania. Os debates sobre embate aos grandes projetos no Semiárido darão um rico tom de expressão política de nossa rede, especialmente por fazer o confronto a partir da realidade e vivencias dos agricultores”, afirma Cristina.

A alegria de poder encontrar e reencontrar amigos e amigas para festejar a caminhada também gera expectativas. “Espero, enquanto Ceará poder contribuir com o debate e fraternalmente nos confraternizar com tantos e tantas companheiros e companheiras pelas conquistas e vitórias nesses 10 anos de ASA. Viva o Semiárido, viva a ASA, viva a vida dos povos de luta do Semiárido!”, pontua a coordenadora.


ASA Pernambuco na expectativa para o VII EnconASA

março 17, 2010

Catarina de Angola, Mariana Landim e Rafaella Sabino – Comunicadoras populares da ASA
UGT’s Centro Sabiá, Chapada e Diaconia/PE

A Articulação no Semi-Árido Pernambucano (ASA/PE) segue em ritmo acelerado para a participação no sétimo Encontro Nacional da Articulação no Semi-Árido Brasileiro (VII EnconASA). A delegação do estado de Pernambuco conta com um total de 34 representantes, sendo 18 delegados, entre agricultores/as e representantes das organizações, 15 agricultores/as experimentadores/as e uma comunicadora popular. São representantes das regiões Agreste e Sertão do estado que irão se juntar aos cerca de 500 participantes do encontro.

A jovem agricultora Tânia Priscila, que mora em Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú, está animada para compartilhar experiências durante o encontro. “Espero estar levando para o EnconASA um pouco da experiência de como a juventude trata das questões sociais e também de poder conhecer a experiência da família ASA. Família que vai estar completa com todos os estados que contribuem para formar essa família”, conta.

A delegação de Pernambuco está fechando os últimos detalhes para a chegada dos/as participantes em Juazeiro, na Bahia. “Sairemos da cidade de Caruaru na madrugada da segunda-feira e seguiremos para Juazeiro com paradas para pegar todos/as os participantes em Pesqueira, Serra Talhada, Salgueiro e Ouricuri. A expectativa é de chegar por volta das 13h no local do encontro”, explica Rodolfo Melo, da Unidade Gestora Microrregional Diocese de Caruaru.

Os/as participantes também estão sendo mobilizados/as em seus territórios a levarem elementos que representem cada localidade do estado para o Encontro. Na região do Sertão do Araripe, por exemplo, os/as agricultores/as irão levar sementes crioulas, mudas nativas, licores e outros produtos da agricultura familiar. Além disso, a ASA/PE apresentará no EnconASA o número 01 do boletim Começo de Conversa, publicado no início deste ano especialmente para o Encontro.


Delegação da Bahia vive expectativa para o VII EnconASA

março 17, 2010

Daiane Almeida – Comunicadora popular da ASA
UGT Apaeb/BA

Faltando poucos dias para a realização do VII EnconASA, encontro que celebra os 10 anos da Articulação do Semi-Árido Brasileiro (ASA Brasil), aproximadamente 90 participantes representando o estado da Bahia estão ansiosos pelo início do evento. Um deles é o agricultor familiar Otávio Barreto Araújo, um dos 66 delegados, que conta estar participando do evento pela primeira vez e não esconde a curiosidade.

“A expectativa é grande, a curiosidade então nem se fala. Participar de um evento como esses, poder aprender coisas novas e levar a informação para minha comunidade é bom demais”, enfatiza.

O agricultor que vai participar da oficina temática “Auto-organização e Direito das Mulheres”, afirma que vai levar as demandas de sua comunidade para a oficina e fala ainda da importância dos 10 anos da ASA Brasil para sua vida.

“A ASA é muito importante para mim e minha família, nossa vida mudou muito depois que conseguimos ter água em casa, é mais saúde para nossos filhos, aprendizado sobre agroecologia. Tenho certeza que, assim como outras pessoas, me faltam palavras para explicar tudo isso, para agradecer”, conta, emocionado.

Também agricultora familiar, moradora da comunidade do Canto, Tereza Rocha, presidente da APAEB Serrinha, acompanha a ASA desde o inicio de sua formação. Ela afirma que sua expectativa é muito grande. “Espero que todos nós participantes tenhamos muito a contribuir com as discussões das temáticas, propondo, sugerindo, pois isso é de grande importância para o fortalecimento da ASA e também na melhoria a qualidade devida dos agricultores e agricultoras familiares do semiárido brasileiro”, ressalta.

10 ANOS DA ASA
Sobre o tema do VII EnconASA, “ASA – 10 anos construindo o futuro e a cidadania no Semiárido”, um dos coordenadores executivos da ASA Brasil, Naidison Baptista, afirma que esse será o mote para debater outras temáticas além do acesso à água, como a economia solidária, a educação contextualizada, a agroecologia e a biodiversidade.

“Serão sete temas trabalhados. Os participantes do EnconASA vão primeiro visitar experiências relativas a cada um, depois trabalhar oficinas sobres estas visitas. Nestas oficinas teremos debatedores que são especialistas nos temas e a missão deles é justamente questionar, aprofundar essas experiências para a partir disso se projetar a construção de políticas”, afirma Naidison Baptista.

Ele também avalia que o desafio da ASA não é apenas mostrar o que ela é capaz de fazer, mas ajudar na construção de políticas públicas. “O grande desafio da ASA hoje é ver como ela amplia a experiência de educação contextualizada, como ela se insere e se coordena com outras redes para ampliar o processo de economia solidária, de assistência técnica agroecológica. Nós temos desafios enormes no Semiárido, que não são apenas a questão da água, que precisamos encarar conjuntamente com o governo e com outras organizações da sociedade civil”, reflete o coordenador.


Encontro Nacional celebra os 10 anos da ASA e discute novas perspectivas de convivência com o Semiárido

fevereiro 26, 2010

Intercâmbios, oficinas e debates subsidiam VII edição do Encontro

O município baiano de Juazeiro sediará, entre os dias 22 e 26 de março, o VII EnconASA – Encontro Nacional da Articulação no  Semi-Árido Brasileiro, que acontecerá no Auditório do Complexo Multieventos da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). Estão sendo esperadas cerca de 500 pessoas, vindas de todos os estados do Nordeste  e  de Minas Gerais. 

Com o tema ASA – 10 Anos Construindo o Futuro e a Cidadania no Semiárido, o evento pretende celebrar os 10 anos da Articulação, além de avaliar e discutir as novas perspectivas da convivência com o Semiárido dentro do atual contexto sócio-político e econômico  do País. O Encontro  também será um espaço de debate sobre o Programa de Formação e Mobilização Social para a Convivência com o Semi-Árido  e suas duas estretégias: o Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC) e o Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2) e sobre outras experiências bem sucessidades que estão sendo desenvolvidas no Semiárido. 

Durante o encontro, os participantes conhecerão experiências de comunidades rurais, quilombolas, indígenas,  agricultores  e agricultoras  familiares, organizações não-governamentais, cooperativas, sindicatos, federações, pastorais,  de todo Semiárido.  O evento também contará  painéis e oficinas temáticas sobre os seguintes temas: acesso à terra, acesso à água, segurança e soberania alimentar, economia popular e solidária, educação contextualizada, auto-organização e direito das mulheres e biodiversidade. 

Quem quiser também poderá conhecer mais sobre o Semiárido através da Feira de Sabores e Saberes,  que será realizada nas noites dos dias 23 a 25, na orla  do rio São Francisco, onde cada estado  irá mostrar e comercializar seus produtos da agricultura familiar, fortalecendo a prática da  economia  solidária. 

O que é o EnconASA? 

O Encontro Nacional da ASA (EnconASA) é o espaço  político mais importante da Articulação no Semi-Árido (ASA), que acontece, geralmente, a cada dois anos. O evento é dedicado à discussão e avaliação das políticas públicas voltadas para a região e ao fortalecimento das experiências de convivência com o Semiárido. O EnconASA é também um momento de intercâmbio de cultura, valores e conhecimentos entre aqueles que buscam, em conjunto, construir um Semiárido mais próspero, onde o acesso à água e à terra seja apenas o primeiro passo para uma vida digna na região. 

SOBRE A ASA 

A Articulação no Semi-Árido Brasileiro é um fórum de organizações da sociedade civil, que luta pelo desenvolvimento social, econômico, político e cultural do Semiárido brasileiro, desde 1999. Atualmente, mais de  mil  entidades dos mais diversos segmentos, como igrejas católicas e evangélicas, ONGs de desenvolvimento e ambientalistas, associações de trabalhadores rurais e urbanos, associações comunitárias, sindicatos e federações de trabalhadores rurais, fazem parte da ASA.  A principal ação da ASA é o Programa de Formação e Mobilização para a Convivência com o Semiárido, que divide-se  da seguinte forma :  Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC)  e  Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2) .


VII EnconASA será realizado de 22 a 26 de março de 2010

novembro 26, 2009

Viviane Brochardt – ASACom 
 
No último dia 19, a coordenação executiva da ASA reuniu-se em Recife para tratar, entre outros temas, da realização do VII  Encontro Nacional da ASA (EnconASA). Inicialmente previsto para acontecer neste mês de novembro, o Encontro foi adiado  para 22 a 26 de março de 2010 , período em que se comemora o Dia Mundial da Água. A mudança ocorreu porque a Univasf, mesmo após acordo estabelecido com a ASA, não pode ceder o espaço do Centro de Convenções da Universidade no período acertado.

“A data foi adiada, mas a cidade que acolherá o EnconASA  permanece Juazeiro da Bahia.”, afirma Cleusa Alves, coordenadora da ASA pelo estado da Bahia e integrante da comissão organizadora do Encontro. “Isso é estratégico para nós, pela discussão que faremos de contraposição de modelos. O modelo de desenvolvimento que queremos para o Semiárido e o modelo vigente, que vai na contramão do que a ASA sempre propôs. Juazeiro tem isso, de estar às margens do rio São Francisco, com toda a discussão sobre a transposição e sobre o modelo agroexportador.  Ao mesmo tempo, nas redondezas, temos várias experiências exitosas desenvolvidas pela agricultura familiar, muitas sobre a gestão democrática da água e sobre tecnologias descentralizadas de armazenamento da chuva. Conheceremos algumas durante o EnconASA , nas visitas de intercâmbios”, explica a coordenadora.

A mudança de data,  segundo Cleusa ,  não tira o brilho nem a força do EnconASA . “O Encontro vai acontecer durante a Semana da Água e isso é algo muito simbólico e de dimensões políticas. Os estados estão fortalecidos após os encontros estaduais e vamos para o Encontro Nacional  com muita alegria e mais disposição ainda para discutir a trajetória da ASA e lutar pelo Semiárido que acreditamos e que queremos”, explica.

Para a coordenadora da ASA pelo estado do Ceará,   Cristina do Nascimento, “é importante a integração do EnconASA  com as ações da  Semana da  Água”. Ela  acredita que  essa associação dará  peso às  ações que compõem a agenda política de grande parte das organizações da ASA.

Encontros preparatórios – Vários encontros preparatórios ao EnconASA  aconteceram em todo o Semiárido :  Encontro Nacional de Agricultoras e Agricultores Experimentadores, encontros microrregionais, territoriais e os encontros estaduais. Só destes últimos, aproximadamente 1,3 mil pessoas participaram. Foi nos encontros estaduais que foram escolhidos os delegados e delegadas que irão para o EnconASA .

“Há muitas coisas em comum em todas as trajetórias estaduais rumo ao EnconASA : o esforço coletivo para avaliar a caminhada da ASA Brasil, o debate sobre os modelos de desenvolvimento nas regiões, a valorização da agricultura familiar e das experiências locais como base para o aprendizado coletivo”, avalia Luciano Silveira, coordenador da ASA Paraíba. “Além disso, em todos os eventos houve a preocupação de visibilizar na imprensa os resultados que os estados alcançaram, os trabalhos e a luta. Também percebemos diferentes formas de interlocução com a sociedade, através de cartas, documentos e atos públicos”, explica Silveira.

Agenda – Os ajustes necessários para  a realização do EnconASA  estão sendo feitos pelas comissões temáticas. Nesta quinta-feira (26), a comissão de metodologia se reúne em Salvador  e  durante  a  semana, as demais comissões também se encontram em diversas cidades da Bahia. Já no dia 10 de dezembro, a coordenação do evento estará reunida, em Feira de Santana, com os representantes de todas as comissões.